Você está empregado há mais de dez anos? Sabe o que fazer em uma entrevista via Skype? Cuida de suas postagens nas redes sociais? Tem perfis em redes importantes como Linkedin? Interage com grupos de interesse de sua área profissional?
Estas questões podem parecer irrelevantes quando a gente está empregado, mas quando pinta um desemprego elas se tornam a única maneira de voltar a ter um emprego razoável. Para entender a importância da empregabilidade, preparamos está série de vídeos que ajuda você a avaliar como anda sua empregabilidade em diferentes aspectos e começar a agir agora. Não espere uma situação de desemprego para começar a cuidar destas questões. Haja agora!
sábado, 8 de agosto de 2015
Apoio à recolocação é decisivo para uma nova vaga
Perder o emprego nunca é algo agradável e, em alguns casos, pode ser mesmo uma situação devastadora. Há pessoas que enfrentam crises de depressão em função de desemprego, o que as leva até a reduzir o ritmo, se isolar, evitar amigos e o contato com conhecidos, prejudicando assim suas chances de recolocação.
O fato é que todo mundo passa por esse tipo de situação e não devemos hipervalorizar situações como essa, tornando-as problemas maiores do que são de fato. De modo geral, notamos que as pessoas levam ao menos 4 meses para se recolocarem, mas o desemprego pode durar muito mais do que isso se você não tem os contatos certos que te ajudam rumo a uma nova vaga.
Para esses casos, um apoio à recolocação especializado pode ser crucial para abreviar uma demissão. Claro que muitas pessoas evitam custos adicionais quando estão desempregadas, o que, certamente, é uma atitude sensata. Já outros gastam dinheiro com ofertas de vagas visivelmente fraudulentas, que terminam não dando em nada e ainda levam a perda de dinheiro.
Nós recomendamos muito que a pessoa desempregada, e que está em busca de uma nova oportunidade ou até de se tornar um empreendedor, procure ajuda especializada e séria. Isso pode abreviar o desemprego e permitir uma retomada muito mais cedo do esperado, o que é sempre bom em situações de crise.
Para ajudar você a refletir sobre o assunto, preparamos esta apresentamos abaixo, que você pode ver até em partes. Mas é ideal que veja inteira, para compreender como um bom processo de recolocação ajuda você a se preparar para enfrentar situações de crise no futuro.
O fato é que todo mundo passa por esse tipo de situação e não devemos hipervalorizar situações como essa, tornando-as problemas maiores do que são de fato. De modo geral, notamos que as pessoas levam ao menos 4 meses para se recolocarem, mas o desemprego pode durar muito mais do que isso se você não tem os contatos certos que te ajudam rumo a uma nova vaga.
Para esses casos, um apoio à recolocação especializado pode ser crucial para abreviar uma demissão. Claro que muitas pessoas evitam custos adicionais quando estão desempregadas, o que, certamente, é uma atitude sensata. Já outros gastam dinheiro com ofertas de vagas visivelmente fraudulentas, que terminam não dando em nada e ainda levam a perda de dinheiro.
Nós recomendamos muito que a pessoa desempregada, e que está em busca de uma nova oportunidade ou até de se tornar um empreendedor, procure ajuda especializada e séria. Isso pode abreviar o desemprego e permitir uma retomada muito mais cedo do esperado, o que é sempre bom em situações de crise.
Para ajudar você a refletir sobre o assunto, preparamos esta apresentamos abaixo, que você pode ver até em partes. Mas é ideal que veja inteira, para compreender como um bom processo de recolocação ajuda você a se preparar para enfrentar situações de crise no futuro.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Estagiário não pode ser usado como faz-tudo
Com 7 milhões de estudantes universitários e cerca de 740.000
estagiários, o Brasil forma apenas 38% dos estudantes que fazem um
curso superior, segundo estimativas da Associação Brasileira de
Estágio. Esse número desanimador pode explicar a carência de
profissionais qualificados que o mercado de trabalho registra já há
alguns anos, um problema que só tem se agravado. Segundo Luciana
Tegon, sócia-diretora da Tegon Consultoria, empresa especializada em
recrutamento e seleção, as empresas podem ter parte da culpa nesse
deficit de qualificação profissional:
“O estagiário é visto, muitas vezes, como mão de obra barata, um
faz-tudo ou um quebra-galhos. Em muitas empresas, o jovem não atua
em sua área de estudos, o que inibe a formação de profissionais
qualificados e pode explicar o elevado índice de abandono da
faculdade”, explica Luciana.
Autora do vídeo “Estagiário não é mão de obra barata”, com
grande repercussão nas redes sociais, Luciana narra o caso de uma
jovem estagiária, estudante de comunicação, contratada para cuidar
das redes sociais de uma empresa, que passou a ser utilizada em
serviços financeiros e foi advertida quando não conseguiu executar
a tarefa a contento da chefia:
“Os empregadores precisam ter em mente que o jovem talento, o
estagiário, é uma pessoa que chega à empresa para ser treinada em
sua área de formação. O estágio é, antes de tudo, uma atividade
educacional complementar, que vai ser desenvolvida na empresa, com a
supervisão da faculdade. Se a empresa coloca o estudante em uma
atividade que nada tem a ver com seu estudo, não está ajudando a
formar o profissional, o que tem impactos negativos no
desenvolvimento da pessoa e na qualificação de talentos”, explica
Luciana, que é também a responsável pelo Blog do Headhunter, que
dá dicas aos profissionais que buscam colocação no mercado de
trabalho.
Embora a Lei de Estágio, sancionada em 2008 pelo Congresso Nacional,
estabeleça que as empresas podem ser responsabilizados caso utilizem
estagiários em atividades não relacionadas aos seus estudos,
trata-se de algo difícil de fiscalizar. Segundo Eduardo
de Oliveira, Superintendente Educacional do Centro de Integração
Empresa-Escola (CIEE), entidade responsável pela colocação no
mercado de mais de 200.000 estagiários todos os anos, o estágio é
um ato educacional e, por essa razão, as atividades têm que ser
correlacionadas com aquilo que o estagiário está estudando.
“Levar
o estagiário a conhecer todas as atividades da empresa é um ato
saudável e ajuda na formação do profissional, que conhece assim
tudo o que envolve a atividade da organização. No entanto, após
esse período de integração, o estagiário precisa atuar em sua
área de formação, uma atividade crucial para qualificá-lo como
futuro profissional”, assinala Oliveira.
Para
a Associação Brasileira de Estágio, o fato de um estudante
universitário poder atuar em uma empresa ainda em sua fase de
formação é saudável e pode contribuir para reduzir o índice de
jovens que abandonam o ensino superior sem concluí-lo. Já de acordo
com o CIEE, programas como o Aprendiz
Legal,
que inserem estudantes do ensino médio no mercado de trabalho, podem
ajudar a definir melhor o que o jovem quer estudar na faculdade,
evitando assim a evasão no ensino superior.
Veja mais sobre o assunto na playlist abaixo, com entrevistas com Eduardo de Oliveira, superintendente educacional do CIEE (Centro de Integração Empresa - Escola)
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