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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Você sabe como demitir?
Demitir alguém é sempre algo difícil, desagradável e uma fonte inesgotável de problemas. Demissões mal conduzidas podem resultar em ações judiciais e processos trabalhistas para a empresa. E, para o colaborador, pode ser algo traumático, que termina por levar o profissional a desacreditar de si mesmo, abandonar carreiras ou mergulhar em uma crise financeira. A pergunta que todo gestor de pessoas íntegro sempre faz nessas horas é: como demitir com sabedoria? Existe uma maneira?
Sim, existe! Posso começar dizendo que a demissão não pode ser uma surpresa para o empregado. O que quero dizer com isso? Se a demissão é por desempenho, o empregado precisa saber que várias outras oportunidades já foram dadas. Se a pessoa foi alertada, orientada e estimulada a alcançar certos resultados, mas não conseguiu, a demissão será apenas um ponto final em uma relação já conhecida.
Mas se o empregado se surpreende com a demissão, se nunca teve um feedback sobre seu desempenho mas está sendo demitido em função disso, então o problema é o gestor de pessoas que não fez seu papel.
Na falta de um feedback decente sobre desempenho, eu recomendo: adie a demissão, faça o feedback e cobre resultados. Empregados que se surpreendem com a demissão em função de mau desempenho costumam reagir mal e com toda razão.
Outro aspecto é a demissão em função de atitudes ruins por parte do empregado. É evidente que o colaborador precisa ter sido advertido outras vezes antes que a empresa tome a decisão de dispensá-lo. Se o colaborador chega tarde, se discute com seus colegas, esse tipo de comportamento precisa ser apontado antes, até para que o empregado tenha a oportunidade de mudar de atitude.
Se quiser saber mais, recomendo estes dois vídeos curtos, onde eu discuto mais o assunto.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Você pode ter que mudar de área
É cada vez mais comum esta cena: um profissional que atuou por um longo tempo em uma empresa perde o emprego e busca uma nova oportunidade na mesma área onde atuava, com o mesmo cargo e se possível com o mesmo salário. Infelizmente, poucos destes profissionais percebem que dificilmente conseguirão uma posição igual à que tinham, ganhando o mesmo, com o mesmo cargo. Isso porque, como dizemos por aqui, a fila andou e as empresas estão em busca de profissionais mais jovens, mais conectados às novas tecnologias e dispostos a receber uma remuneração menor.
Por isso, é quase certo que profissionais veteranos que perdem suas posições, terão que considerar a possibilidade de trocar de área, abandonando a expectativa de seguir atuando na mesma área onde atuavam. Isso exige um bom preparo mental e a convicção de que não há desmerecimento algum em mudar de área, de cargo ou até mesmo de salário.
Nos Estados Unidos, onde vez ou outra costumo ir, sempre encontro profissionais veteranos atuando como vendedores de lojas, atendentes de call center e até como recepcionistas de parques e eles me dizem que não há demérito nesse tipo de opção. Mas no Brasil, infelizmente, não pensamos assim.
Se você é um profissional, pense que dentro de alguns anos pode estar vivendo essa situação. O que está fazendo para se preparar? Há executivos que planejam essa transição com muita eficiência, preparando alternativas de saída quando essa hora chegar. Pense nisso!
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Um cerco a quem vive do seguro desemprego
As recentes mudanças na legislação do seguro desemprego, ampliando o prazo para a concessão do benefício, foram determinadas por uma cena comum no Brasil: aquele profissional que trabalha visando, apenas, receber o benefício e ficar algum tempo sem fazer nada.
Por incrível que pareça, existem sim pessoas que trabalham apenas com o objetivo de reunir o tempo necessário para gozar 4 meses de licença remunerada, enquanto decidem qual o próximo emprego. Muitos desses profissionais, no entanto, desconhecem algo básico: as empresas, especialmente as boas consultorias de recrutamento e seleção, sabem quando o empregado trabalha somente com o objetivo de receber o seguro desemprego.
"Há aspectos nos currículos dessas pessoas que evidenciam claramente que se tratam de profissionais que visam apenas receber o seguro desemprego, o que os leva a buscarem um desligamento forçado das empresas com esse objetivo. Nós, da Tegon Consultoria, quando detectamos esse tipo de profissional, o excluímos do processo de seleção, pois não vamos indicar às empresas alguém que vai buscar romper seu vínculo de trabalho depois de um certo período", explica Luciana.
Entenda um pouco mais dessa questão no vídeo abaixo e envie sua opinião sobre o assunto. Já enfrentou esse tipo de profissional no trabalho?
Por incrível que pareça, existem sim pessoas que trabalham apenas com o objetivo de reunir o tempo necessário para gozar 4 meses de licença remunerada, enquanto decidem qual o próximo emprego. Muitos desses profissionais, no entanto, desconhecem algo básico: as empresas, especialmente as boas consultorias de recrutamento e seleção, sabem quando o empregado trabalha somente com o objetivo de receber o seguro desemprego.
"Há aspectos nos currículos dessas pessoas que evidenciam claramente que se tratam de profissionais que visam apenas receber o seguro desemprego, o que os leva a buscarem um desligamento forçado das empresas com esse objetivo. Nós, da Tegon Consultoria, quando detectamos esse tipo de profissional, o excluímos do processo de seleção, pois não vamos indicar às empresas alguém que vai buscar romper seu vínculo de trabalho depois de um certo período", explica Luciana.
Entenda um pouco mais dessa questão no vídeo abaixo e envie sua opinião sobre o assunto. Já enfrentou esse tipo de profissional no trabalho?
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Feedback de demissão: está preparado?
No Brasil, a demissão de um colaborador é sempre um problema. Enquanto o empregado via de regra acredita que sua demissão se dá por razões meramente "pessoais", a área de Recursos Humanos evita entrar em muitos detalhes para minimizar os riscos de ações trabalhistas. Assim, se o empregado está sendo demitido por questões de atitude, como desprezo pela hierarquia, por exemplo, o que é algo muito comum no Brasil, muitos gestores evitam deixar isso claro com medo que o empregado se irrite e recorra à justiça alegando discriminação ou perseguição.
Esse tipo de atitude traz como principal consequência a baixa maturidade de muitos profissionais, que passam de emprego em emprego, são demitidos quase sempre pelas mesmas razões, mas nunca tiveram um feedback autêntico que pudesse orientá-los rumo a melhores práticas profissionais.
Segundo Luciana Tegon, sócia diretora da Tegon Consultoria, empresa especializada em processos de recrutamento e seleção, o feedback honesto de demissão é a melhor prática quando a empresa está dispensando um profissional.
"Em primeiro lugar, é importante que o profissional que está sendo demitido não se surpreenda com o feedback, ou seja, se ele está sendo demitido por atitude, é importante que ele já tenha sido advertido e orientado a respeito desse problema no passado. Se a empresa já deu as orientações necessárias e o profissional não se adaptou, o feedback de demissão deve ser claro e objetivo, evidenciando claramente as razões pelas quais a pessoa está sendo desligada", explica Luciana.
Mas e o risco de ação trabalhista?
Para Luciana Tegon, o profissional que costuma entrar com ação trabalhista vai fazê-lo independente de ter recebido um feedback honesto ou não. Nesse sentido, se a empresa está dispensando o profissional por razões claras e documentadas, um feedback direto e honesto pode, até, servir em casos de ações trabalhistas:
"Se o profissional não respeita seu chefe, por exemplo, sempre discutindo ordens ou descumprindo o que é pedido, um feedback claro e prévio pode ser útil numa ação trabalhista, ou seja, para mostrar que a pessoa foi desligada não por razões pessoais, mas porque não tinha uma atitude profissional no trabalho", explica Luciana. Veja mais na entrevista em vídeo. Eu gostaria de saber sua opinião a respeito.
Esse tipo de atitude traz como principal consequência a baixa maturidade de muitos profissionais, que passam de emprego em emprego, são demitidos quase sempre pelas mesmas razões, mas nunca tiveram um feedback autêntico que pudesse orientá-los rumo a melhores práticas profissionais.
Segundo Luciana Tegon, sócia diretora da Tegon Consultoria, empresa especializada em processos de recrutamento e seleção, o feedback honesto de demissão é a melhor prática quando a empresa está dispensando um profissional.
"Em primeiro lugar, é importante que o profissional que está sendo demitido não se surpreenda com o feedback, ou seja, se ele está sendo demitido por atitude, é importante que ele já tenha sido advertido e orientado a respeito desse problema no passado. Se a empresa já deu as orientações necessárias e o profissional não se adaptou, o feedback de demissão deve ser claro e objetivo, evidenciando claramente as razões pelas quais a pessoa está sendo desligada", explica Luciana.
Mas e o risco de ação trabalhista?
Para Luciana Tegon, o profissional que costuma entrar com ação trabalhista vai fazê-lo independente de ter recebido um feedback honesto ou não. Nesse sentido, se a empresa está dispensando o profissional por razões claras e documentadas, um feedback direto e honesto pode, até, servir em casos de ações trabalhistas:
"Se o profissional não respeita seu chefe, por exemplo, sempre discutindo ordens ou descumprindo o que é pedido, um feedback claro e prévio pode ser útil numa ação trabalhista, ou seja, para mostrar que a pessoa foi desligada não por razões pessoais, mas porque não tinha uma atitude profissional no trabalho", explica Luciana. Veja mais na entrevista em vídeo. Eu gostaria de saber sua opinião a respeito.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Sinais de que você pode ser demitido
A economia brasileira não deve
crescer em 2014 e terá o crescimento reduzido também em 2015. Isso
está levando muitas empresas a programarem dispensa de funcionários,
especialmente nos segmentos que registram queda nas vendas como o
automobilístico, o de eletroeletrônicos e o de equipamentos.
Segundo Luciana Tegon, sócia-diretora da Tegon Consultoria, uma
empresa especializada em processos de recrutamento e seleção e
consultoria em recolocação para empregados, há sinais evidentes de
que a pessoa pode perder o emprego no curto prazo:
“Quando não sabemos ler
estes sinais, a demissão pode até nos surpreender. Por isso é
importante compreendermos o que se passa à nossa volta, pois há
situações onde é possível, até, reverter uma demissão”,
explica Luciana.
Veja os sinais de que a sua
demissão pode estar próxima:
1. Dificuldades econômicas
do setor onde a empresa atua
O setor onde a empresa em que
você trabalha está em crise? Estão ocorrendo demissões em outras
empresas? A direção da empresa já comunicou uma redução de
orçamento? Esses são indicativos de que a crise pode chegar à
empresa a qualquer momento, é daí que vem a importância de estar
preparado.
2. Seu chefe reclama do seu
trabalho constantemente
Se o seu chefe tem chamado sua
atenção com frequência, apontando problemas reais ou irreais em
seu trabalho, então é bom tentar ter uma conversa franca com ele.
Pergunte onde você está falhando e como pode fazer para melhorar.
Este tipo de insatisfação é um indicador de que ele pode estar
considerando sua dispensa.
3. Você está isolado
As pessoas no trabalho não te
chamam para almoçar ou te ignoram na hora do convite para o happy
hour. Se isso
ocorre, você está isolado e esse pode ser um fator que vai pesar na
hora de definir uma dispensa. Há um ditado antigo que diz: quem tem
amigos não morre pagão. Pois é: na nossa cultura, ser pagão é o
fundo do poço. Entenda as razões pelas quais as pessoas não estão
de chamando e tente mudar essa realidade.
4. Você não está sendo
envolvido em novos projetos
Se a empresa tem novos projetos
e você não está sendo envolvido, verifique primeiro se você
deveria ser envolvido nesse projeto. Se sim, esse é um claro indício
de que a empresa pode não considerar você no futuro da organização
e apenas está aguardando o momento certo para dispensá-lo. Neste
caso, converse com seu chefe e tente entender o que está
acontecendo.
5. Seu chefe está se
reunindo direto com sua equipe
Este é o mais forte indicativo
de que as coisas podem estar perto do fim para você na empresa onde
você atua. Não deixe essa situação se arrastar. Peça para falar
com seu chefe, exponha seu desconforto e pergunte as razões disso.
Pergunte também se você está falhando em algo e se pode mudar as
coisas.
6. As pessoas reclamam do
seu comportamento
Se os seus colegas costumam
reclamar do seu comportamento, para você ou para outros, esse é um
sinal de perigo. Pessoas irritadiças, que respondem de modo
atravessado ou grosseiro, que têm sempre palavras ásperas para
dizer, não são queridas e podem ser as primeiras a serem
desligadas. Avalie suas atitudes.
7. Você diz “não, não,
não”
Se você é daqueles que sempre
diz “não” a qualquer situação, cuidado. Normalmente, pessoas
que resistem a mudanças têm tendência a dizer “não” a tudo o
que é proposto. Se você diz “isso não vai dar certo” com
frequência, pode ser que você não esteja se encaixando aos planos
de mudança da empresa, o que coloca seu emprego em risco.
Segundo Luciana Tegon, esses
são os principais indícios de que você está marcado para ser
demitido na empresa, uma realidade que você pode mudar até o
momento em que ela é irreversível:
“Se o seu chefe ainda não
chegou até você e disse claramente que você está dispensado, há
sempre uma possibilidade de reverter esse quadro, o que vai exigir
uma conversa franca com ele e a mudança dos pontos que ele ou a
equipe estão questionando. As pessoas não devem ser fatalistas.
Elas podem mudar as situações de demissão, basta querer”, alerta
Luciana.
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